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Meu filho foi diagnosticado com perda auditiva leve. E agora?

Para compreender o que é perda auditiva, vamos primeiro falar sobre algumas características do som que chega aos nossos ouvidos. O som mais suave gira em torno de 25 a 40 decibéis e quando há perda auditiva leve significa que a pessoa não consegue escutar sons nesta faixa. Neste caso, sons como tique-taque do relógio, uma torneira pingando, não são percebidos e, durante uma conversa, dependendo dos sons afetados a pessoa não escuta o som de algumas consoantes como o f, s, p, t, k.

Quando há perda auditiva leve em crianças ou adultos, a pessoa percebe certa dificuldade em manter um diálogo em ambientes barulhentos ou com muita interferência de barulho.

Se o seu bebê foi diagnosticado com perda auditiva leve, é importante que os pais pensem e priorizem o desenvolvimento da fala, além do seu potencial de aprendizado na escola e socialmente quando estiver maior. Em caso de a perda auditiva passar despercebida nesta fase de descoberta, ela pode acarretar problemas no futuro ligados à sociabilidade e aprendizagem.

O que fazer?

O primeiro passo é conversar com um médico otorrinolaringologista e com um fonoaudiólogo, sendo que cada caso deverá ser avaliado individualmente. Os profissionais deverão investigar a origem da perda auditiva, em qual categoria ela se encaixa, qual tipo. Só assim é possível estabelecer um tratamento correto que pode ser com medicamento, cirurgia ou ainda com indicação de aparelhos auditivos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que um em cada sete brasileiros sofre de algum tipo de perda auditiva, mas costumam demorar cerca de cinco anos até procurar tratamento especializado.

 

Causas da perda auditiva em recém-nascidos

Quando a perda auditiva ocorre em bebês, o mais comum são as causas genéticas mas também pode ser por conta de outros fatores como uso de medicamentos ototóxicos e presença de infecções intrauterinas durante a gestação.

 

Aparelhos auditivos são indicados para crianças?

Sim. Em muitos casos, é necessário o uso de um aparelho auditivo próprio para cada perda auditiva e as crianças também podem se beneficiar desta tecnologia.

Atualmente, o mercado oferece diversos modelos de aparelhos auditivos que, de maneira simplificada, funcionam como uma prótese utilizada atrás da orelha com tamanhos diferentes, botão de volume e até modelos à prova d’água.

Cada aparelho auditivo tem suas peculiaridades, mas, basicamente, todos funcionam da seguinte maneira: o microfone do aparelho capta os sons do ambiente, convertendo ondas sonoras em sinais elétricos que são enviados a um amplificador. Ali, a potência do som é aumentada e enviada ao ouvido interno através de um receptor.

Se você já levou seu filho a um otorrino e a ele foi sugerido o uso de aparelho auditivo, agende uma visita. Nossa equipe de fonoaudiólogos fará todos os testes necessários e teremos o maior prazer em explicar tudo sobre as tecnologias que vão devolver a audição para o seu filho.

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